sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Níveis mais elevados de condicionamento físico aumentam a probabilidade de sobreviver a um ataque cardíaco


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Pessoas com elevado nível de condicionamento físico têm menor probabilidade de morrer em decorrência de um ataque cardíaco. Este é o resultado de um estudo norte-americano publicado na revista “Mayo Clinic Proceedings”. O risco de mortalidade diminuiu com cada ponto adicional na pontuação de condicionamento físico.

Cientistas da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (Maryland, EUA), e do Henry Ford Hospital, em Detroit (Michigan, EUA), analisaram dados de 2.061 pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco e feito uma avaliação do condicionamento físico em uma esteira ergométrica antes do evento cardíaco. O equivalente metabólico (MET) delas foi avaliado durante a realização da avaliação.

Quanto mais elevada a pontuação na escala MET (em outras palavras, quanto melhor o condicionamento físico do participante), menor o risco de morte. Os 634 indivíduos que alcançaram pontuações de pelo menos 10 na escala MET apresentaram um risco 40 por cento menor de morte após um ataque cardíaco. Contudo, dos 754 pacientes que apresentaram pontuações abaixo de seis na escala MET, um terço morreu em até um ano após o primeiro ataque cardíaco. No geral, para cada número inteiro de elevação na escala MET, o risco de morte diminuiu em 8 por cento.

Mas não se sabia se elevar o nível de condicionamento físico pode reduzir o risco de morte, disse o autor do estudo, Michael Blaha, da Universidade Johns Hopkins. Além disso, também não se sabia se pessoas com melhor condicionamento físico sofrem ataques cardíacos menos agressivos, com consequente aumento da probabilidade de sobrevivência delas.

Fonte: Univadis

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Nova Esperança no Tratamento contra a Malária


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Uma equipe internacional de pesquisadores fez uma importante descoberta para o tratamento da malária e imunização contra a doença. Cientistas descobriram uma nova classe de anticorpos capaz de neutralizar os parasitas em termos gerais. O estudo foi publicado na revista “Nature”.

Os superanticorpos foram detectados por uma equipe de médicos da Universita della Svizzera italiana em Bellinzona (Suíça). Esses anticorpos visam diferentes parasitas da malária e se ligam a proteínas da família RIFIN. Além disso, os anticorpos podem agir como sinais para o sistema imune destruir as células infectadas.

Deve-se destacar que os anticorpos não somente são específicos para a extensa reatividade em relação aos vários parasitas, mas também por sua estrutura que até então era desconhecida. Além da usual estrutura de anticorpo de segmentos de DNA presentes no cromossoma 14, os novos anticorpos continham uma grande parte adicional de DNA do gene LAIR1, que é encontrado no cromossoma 19. Essa parte extra isoladamente era suficiente para se ligar aos parasitas da malária.
As proteínas RIFIN identificadas, principalmente, poderiam se tornar a base para o desenvolvimento de uma vacina, disseram os autores. “Uma vacina contra a variante das proteínas do parasita na superfície dos eritrócitos infectados tem sido considerada impraticável devido à diversidade de sua estrutura. Com a descoberta de alvos RIFIN que são expressos por diversos isolados do parasita, valeria a pena investigar essas proteínas como potenciais candidatas a uma nova vacina contra a malária”, disse o principal autor Peter Bull.

FONTE: MSD


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Itamaraty lamenta Holocausto, mas ignora os judeus


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A revista Veja fez uma denúncia chocante. Um texto publicado na página do Itamaraty dia 27 de janeiro, data do “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto” comprova o antissemitismo do governo petista.

A data, estabelecida pelas Nações Unidas, é comemorada em grande parte do mundo para lembrar que nesta data, em 1945, tropas dos aliados libertaram o campo de extermínio de Auschwitz.

A nota do Itamaraty fala em “recordar a memória dos milhões de vítimas inocentes da barbárie nazista”, mas nada fala sobre o fato de a imensa maioria ser de judeus.

Como de costume, faz uma autocelebração: “o Governo brasileiro reafirma seu inabalável compromisso com os direitos humanos e com a eliminação de todas as formas de racismo e de discriminação”.

Por fim, ressalta que “é fundamental manter viva a memória do Holocausto e educar as novas gerações, para evitar que voltem a ocorrer crimes contra a humanidade como os que marcaram aquele que é um dos períodos mais sombrios da história”.

O governo petista parece ser adepto de um revisionismo histórico que, não bastasse querer alterar a história do Brasil, decide reinterpretar a história da humanidade. Isso tem ficado claro nas mudanças propostas pelo novo currículo de História propostos pelo Ministério da Educação e Cultura que geraram tanta polêmica no ano passado.

O Itamaraty fala de “holocausto”, mas o desassocia dos “judeus”. Limitam-se a generalizar o que consideram apenas parte do conjunto abstrato de “todas as formas de racismo” e de “outras manifestações de intolerância”.

Esse é só mais um capítulo na batalha ideológica do governo brasileiro contra Israel desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu o poder. Em notas passadas do Itamaraty sobre atentados ocorridos em Israel, geralmente há uma defesa (de uma maneira ou de outra) da causa palestina.

O país continua em um imbróglio diplomático com Israel. O Brasil está sem embaixador israelense, pois o nome designado por Benyamin Netaniahu, não foi aceito por Dilma Rousseff. O primeiro-ministro israelense não voltou atrás e afirmou que não cederia à pressão brasileira.

Estranhamente, os palestinos enviaram como embaixador para o Brasil Ibrahim Alzeben. Em uma palestra a universitários no dia 30 de setembro de 2011, afirmou: “Esse Israel deve desaparecer”.

Ao mesmo tempo que apoia financeiramente grupos terroristas palestinos com dinheiro público, o governo petista é o único nas Américas a fazer coro ao aiatolá Khamenei, líder supremo do Irã. Os iranianos vêm insistindo há anos que “não é certo que [o holocausto judeu] tenha acontecido”. E mesmo eles associam a palavra “holocausto” a “judeus”. O Itamaraty sequer faz isso.

Fonte: GP


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Rótulos com advertências em bebidas com açúcar podem assustar os pais


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Rótulos com advertências semelhantes aos encontrados em maços de cigarro podem assustar alguns pais e fazer com que evitem comprar para seus filhos bebidas adoçadas com açúcar. Este é o resultado de um estudo americano publicado na revista “Pediatrics”. De acordo com os achados, a probabilidade diminui independentemente do nível de educação dos pais.

No estudo, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfia, incluíram 2.381 pais com pelo menos um filho com idade entre seis e onze anos. Os participantes foram divididos em seis grupos: um grupo de controle, não exposto ao rótulo de advertência; o grupo de rótulo de calorias, exposto ao rótulo que mostrava as calorias da bebida; e os quatro grupos de rótulo de advertência, cada um deles tendo visto um dos quatro diferentes rótulos advertindo sobre efeitos na saúde. Depois, os participantes deviam escolher uma bebida para o filho.

Entre os pais expostos ao rótulo de advertência, 40 por cento adquiriram a bebida açucarada. No grupo do rótulo das calorias, 53 por cento, e no grupo de controle, 60 por cento. O texto específico do rótulo de advertência não fez diferença. Setenta e cinco por cento dos participantes disseram que estão de acordo com a introdução de tais rótulos nas bebidas açucaradas.

Esses rótulos têm uma função importante e de influência ao educar os pais quanto ao risco potencial relacionado ao consumo de bebidas adoçadas com açúcar, e ajudam a motivá-los a comprar menos dessas bebidas, concluiu a autora do estudo Christina Roberto. Portanto, é necessário também pesquisar se os pais compensam a redução de calorias com outros alimentos adoçados com açúcar sem rótulos de advertência.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Uso de opioides a longo prazo pode levar à depressão


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Tomar opioides por mais de 30 dias para tratamento da dor pode aumentar a probabilidade de desenvolver depressão. De acordo com os resultados publicados na revista “Annals of Family Medicine”, a associação é independente da dose de medicamento e da intensidade da dor.

Cientistas da Universidade de Saint Louis (Missouri) compararam dados de pacientes de 2002 a 2012 vindos de três sistemas de saúde diferentes e com características e dados demográficos de paciente bem diferentes. Dados incluíam relatórios de quase 108 mil pessoas com idade entre 18 e 80 anos sem histórico de depressão quando começaram a tomar opioides.

Nos diversos grupos, 9, 11 e 12 por cento, respectivamente, desenvolveram depressão. No geral, os resultados foram muito uniformes: em todos os grupos, o uso mais prolongado - mais de 30 dias - estava relacionado ao início da depressão, embora a dose de medicamento não tivesse efeito. Mesmo o ajuste para intensidade da dor, que tornou necessário o uso de opioides em primeiro lugar, não tinha efeito na associação.

Pesquisadores presumem que o uso de opioides a longo prazo pode afetar a neuroanatomia e diminuir o nível de testosterona, mas também pode haver outras explicações biológicas, disse o líder do estudo Jeffrey Scherrer. Quando pacientes que tomam opioides apresentam depressão, o médico deve considerar que a medicação pode de fato ter causado o distúrbio, principalmente se o medicamento foi usado por mais de 30 dias.

Fonte: MSD




sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Perseguição aos cristãos: Vietnã restaura controle comunista para perseguir cristãos


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Câmeras estão sendo instaladas na frente da casa dos líderes cristãos para monitorar quem entra e quem sai.

No Vietnã, policiais instalaram uma câmera bem na frente da casa de Thuy*, que é esposa de um líder cristão. “A polícia quer saber quem entra e quem sai do nosso prédio. Como nossa igreja ainda não é registrada, usamos nossas casas para realizar as reuniões e cultuar a Deus”, comenta a cristã.

De acordo com um colaborador da Portas Abertas: “O governo local de Saigon, que é a maior cidade do Vietnã, está reintroduzindo o antigo sistema de controle comunista e também o ‘Programa Vizinho Amigável’, que funciona da seguinte forma: três vizinhos são agrupados para vigiarem um ao outro. Isso já está sendo imposto no Distrito 8. As famílias são aconselhadas a vigiarem seus vizinhos. Por exemplo, se criam galinhas em sua casa, o que é proibido por motivos sanitários, o vizinho que não relatar isso será responsabilizado”, conta ele.

Os analistas de perseguição acreditam que o sistema será usado para monitorar a circulação de pessoas nas ruas e nas casas, principalmente porque existe um crescimento contínuo de igrejas domésticas na cidade. “Por favor, orem para que os cristãos vietnamitas encontrem estratégias na hora de suas reuniões”, pede um dos analistas.




quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Opióides (Analgésicos) tratam sintomas, não melhoram doenças.


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Tomar opioides pode aliviar a dor neuropática mas não causa melhora da função física. Esse é o resultado de um estudo canadense publicado na revista “Pain Medicine”.

Pesquisadores da Universidade de Alberta (Edmonton) analisaram dados de 789 pacientes de todo o Canadá. Foram comparadas medidas de pacientes que relataram função e dor na avaliação inicial e, depois, aos seis e doze meses após o início do estudo.

Após ajuste para gravidade da dor, achados mostraram que pacientes que haviam tomado opioides para tratar dor neuropática (causada por neuropatia diabética ou nervos pinçados) sentiam menos dor mas tinham níveis mais baixos de função física em comparação aos participantes que tomavam outros analgésicos.

Estatisticamente, pacientes que não haviam tomado opioides tinham menor incapacidade e maior função física, explicou o autor do estudo Geoff Bostick. “Muito embora a medicação opioide possa ser um analgésico poderoso, isso não significa necessariamente que também haverá melhora da função”, disse Bostick. Afinal, a funcionalidade não é determinada somente pela dor.

Visando não apenas melhorar a dor, mas também a funcionalidade, seria importante que as pessoas que sejam liberadas clinicamente para uma atividade física utilizem uma abordagem escalonada, disseram os pesquisadores. Desse modo, a tolerância para determinados movimentos poderia ser aumentada aos poucos.

FONTE: APA




quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

EUA registram 1ª transmissão sexual do vírus zika


Imagem: Divulgação/Ministério da Saúde

Os Estados Unidos registraram o primeiro caso de transmissão do vírus zika por meio de relação sexual.

Segundo a imprensa local, um paciente de Dallas, no Texas, contraiu o microrganismo após ter feito sexo com uma pessoa que fora infectada na Venezuela durante uma viagem recente.

Até o momento, os especialistas tinham apenas a suspeita de que o vírus pudesse ser transmitido desse modo. Geralmente, a infecção ocorre por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que dissemina a dengue.

Medidas preventivas

As autoridades norte-americanas de saúde já anunciaram que uma das medidas de prevenção será a recomendação do uso de preservativos para homens.

Conter novos casos de transmissão de zika por relação sexual entra no rol dos esforços da OMS (Organização Mundial da Saúde) e dos governos de todo o mundo para conter a epidemia da doença.


Fonte: JB, R7 e VG


Avanços em busca da vacina contra HIV



Cientistas britânicos deram um grande passo no desenvolvimento de uma vacina contra o HIV. Eles desenvolveram dois protótipos de vetor da vacina. O estudo foi publicado na revista “Vaccine”.

O protótipo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Royal Holloway, da University of London e do Imperial College London. E foi baseado no adenovírus do chipanzé. Eles decidiram usar a variante do chipanzé por ter baixa prevalência em humanos e, em estudos recentes, descobriu-se que o adenovírus humano aumenta o risco de infecção por HIV.

Os pesquisadores desenvolveram os vetores chAd3 e chAd63. Em estudos com camundongos, cientistas usaram esses vetores para produzir transgenes Gag, Pol e Nef de HIV. Achados mostraram que células T em camundongos respondiam a todos os três peptídeos somente quando induzidos por chAd3; com chAd63, somente dois peptídeos responderam. A magnitude das respostas imunes foi influenciada pela dose do vetor.

No geral, os adenovírus de chipanzé são adequados candidatos a vetor para a produção de proteínas do HIV e podem ser usados para uma vacina. Porém, são necessários outros testes pré-clínicos, observou o estudo.

FONTE: MSD


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sono deficiente nos idosos associado a aterosclerose no cérebro


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Pode haver uma associação entre a baixa qualidade do sono nos idosos e a aterosclerose no cérebro. Isso foi indicado em um estudo canadense publicado na revista “Stroke”. Quanto mais frequente a interrupção do sono, maior o risco de dano aos vasos sanguíneos, diz o estudo.

Cientistas da Universidade de Toronto realizaram autópsias no cérebro de 315 pessoas (média de idade 90 anos, 70 por cento mulheres) que fizeram parte de pelo menos uma semana inteira de monitoramento, dia e noite, dos ciclos de sono-vigília ao longo da vida. Assim, foram avaliados o relógio circadiano e qualidade do sono. Entre os pacientes, 29 por cento tiveram acidente vascular cerebral e 61 por cento dano moderado a grave nos vasos sanguíneos do cérebro.

Achados mostraram que uma maior fragmentação do sono levava a um aumento de 27 por cento na gravidade da aterosclerose cerebral. Cada duas situações de despertar por hora aumentava em 30 por cento a probabilidade de sinais visíveis de falta de oxigenação no cérebro. Fatores de risco cardiovascular como IMC, tabagismo, diabetes, hipertensão ou outras doenças não causaram impacto.

“Porém, há diversos modos de visualizar esses achados: a fragmentação do sono pode comprometer a circulação do sangue para o cérebro, a má circulação do sangue para o cérebro pode causar fragmentação do sono, ou ambas podem ter como causa algum outro fator de risco subjacente”, explicou o autor do estudo Andrew Lim.

A observação de danos ao cérebro é importante porque não apenas contribui para maior risco de acidente vascular cerebral, como também para um comprometimento cognitivo e motor progressivo e crônico, destacaram os pesquisadores.

FONTE: MSD